Litoral Antonina

Justiça Federal realiza mais uma ação em aldeia indígena do Litoral

Próximas atividades acontecem em Morretes, Paranaguá e Guaraqueçaba Fotos: JFPR A Justiça Federal do Paraná realizou, no dia 5 de junho, mais uma ação do "Projeto Aproxima JFPR, Justiça Itinerante – Reduzindo distâncias, viabilizando direitos" para garantir o acesso à Justiça às comunidades distantes dos centros urbanos e mais vulneráveis do Paraná.

Por Da Redação

12/06/2024 às 10:07:22 - Atualizado há

Próximas atividades acontecem em Morretes, Paranaguá e Guaraqueçaba

Fotos: JFPR

A Justiça Federal do Paraná realizou, no dia 5 de junho, mais uma ação do "Projeto Aproxima JFPR, Justiça Itinerante – Reduzindo distâncias, viabilizando direitos" para garantir o acesso à Justiça às comunidades distantes dos centros urbanos e mais vulneráveis do Paraná.

Desta vez, o atendimento foi realizado na comunidade Kuaray Haxa, localizada no município de Antonina. Esta foi a quinta ação realizada. O projeto já ajudou as comunidades de Araçaí, em Piraquara, Guaviraty e a Karaguatá Poty, em Pontal do Paraná, Takuaty, em Paranaguá, e Kuaray Guata-Porã, em Guaraqueçaba.

O juiz federal Guilherme Roman Borges, um dos coordenadores do "Aproxima JFPR", destaca que levar os serviços prestados pelo Poder Judiciário aos lugares menos acessíveis e a pessoas carentes, evidencia o "princípio da cooperação das instâncias administrativa e judicial na concretização e na universalização do direito de acesso à justiça".

A Justiça Federal conta com o apoio da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Procuradoria-Federal no Estado do Paraná, servidores do INSS, Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União, Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas), Receita Federal, Ministério Público do Paraná, Secretaria da Saúde e do Desenvolvimento Social e Família do Paraná.

As próximas atividades acontecem ainda em junho e julho: em Morretes no dia 19/06, em Paranaguá no dia 12/07 e em Guaraqueçaba dias 26 e 27/07, fechando a primeira fase do projeto que focou os trabalhos em comunidades guaranis e quilombolas do litoral do Paraná.

O juiz Guilherme Borges fala que a ideia agora é, a partir da segunda fase, levar o Aproxima JFPR para comunidades caiçaras, pescadores artesanais, camponesas e da floresta, também no Litoral.

O cronograma das visitas referentes à segunda fase está em elaboração, mas a previsão é que iniciem em agosto.

"Queremos levar nosso atendimento em novas ações, prestando informações e retorno sobre processos ajuizados, demandas em andamento, sempre realizando uma escuta ativa para compreender os problemas locais e ajudar no que for preciso. O cronograma das visitas referentes à segunda fase está em elaboração, mas a previsão é que iniciem em agosto", finaliza.

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