Litoral Guarani Mbya

TCP divulga ações de maio com comunidades indígenas do Litoral

Murão erguido na aldeia Guaviraty foi pintado pela comunidade | foto: Divulgação A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, divulgou, nesta terça-feira (18) o relatório de maio do Plano Básico Ambiental do Componente Indígena e do Programa de Gestão dos Bens Culturais Guarani Mbya, de sua responsabilidade.

Por Da Redação

21/06/2024 às 08:42:41 - Atualizado há
Murão erguido na aldeia Guaviraty foi pintado pela comunidade | foto: Divulgação

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, divulgou, nesta terça-feira (18) o relatório de maio do Plano Básico Ambiental do Componente Indígena e do Programa de Gestão dos Bens Culturais Guarani Mbya, de sua responsabilidade.

Durante o mês, deu início a elaboração dos etnomapeamentos e etnozoneamentos, que constroem mapas das aldeias indígenas colaborativamente com as comunidades, visando documentar seus usos tradicionais do território.

Em aulas de informática, os indígenas da aldeia Guaviraty, de Pontal do Paraná, criaram uma fanpage para a comunidade, visando apoiar a divulgação de eventos e da cultura indígena. Em outras aulas foram realizadas a introdução geral ao hardware, ao pacote office e ao uso de navegadores.

Foi apoiado também um mutirão de manutenção territorial, onde a comunidade da aldeia Pindoty (na ilha da Cotinga, em Paranaguá) se reuniu para limpar, cuidar da aldeia e realizar planejamentos. 

A entrada da aldeia Guaviraty foi protegida com muro e portão, que foram a seguir decorados pelos próprios indígenas, de modo a servir também como portal de entrada da visitação turística. Na parte ambiental, ocorreu o monitoramento da qualidade das águas da baía de Paranaguá.

Os SAF (sistemas agroflorestais), que reúnem horta e floresta em um mesmo ambiente – seguem avançando nas aldeias. Para estes plantios, representantes da aldeia Pindoty visitaram aldeias do Oeste do Paraná para a busca de sementes tradicionais. Também houve uma oficina introdutória sobre a produção e manejo das variedades nativas de bambu, sendo este um insumo essencial para a elaboração do artesanato Mbya.

Ainda em maio, foi realizada uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação Integral (SEMEDI) para a realização de formação de professores da rede pública em História e Cultura Indígena, em atendimento à Lei nº11.645 de 2008, que inclui a abordagem deste tema no currículo oficial da rede pública de ensino.

Também se deu a primeira reunião de Curadoria Compartilhada da Exposição dos bens Mbya Guarani. Nesta ocasião, pesquisadores indígenas das seis aldeias do projeto se reuniram com representantes da TCP, consultores e técnicos do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná (MAE-UFPR), sob mediação da consultoria antropológica, para tratar do escopo que irá compor a exposição no museu em 2025.

Ações contínuas como custeio de internet, linhas telefônicas, viagens de barco, entrega de água potável, combustível, itens de farmácia, entrega de ração para peixes e aves, bem como o apoio para acesso a serviços de saúde também foram mantidas.

Foto: Divulgação

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