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Política

Diretoria do Banco Central pode ter economista mais heterodoxo

Um dos cotados é o economista-chefe da Fiesp, Igor Rocha. Outro cotado para o posto é Marcello Negro, que acaba se tornar assessor do Ministério da Fazenda. O governo também indicou Rodolfo Froes e Rodrigo Monteiro. Há duas vagas disponíveis para compor a equipe do órgão. Sede do Banco Central em Brasília, foto tirada em 5 de julho de 2022


Raphael Ribeiro/BCB

O governo ainda não bateu o martelo para a diretoria de política monetária do Banco Central, área que é a mais crítica na definição da taxa Selic. Um dos cotados é o economista-chefe da Fiesp, Igor Rocha. A Fiesp é uma das instituições mais críticas ao atual patamar dos juros.

Rocha é formado em economia pela PUC-SP e tem mestrado pela Unicamp, de onde vem vários dos economistas ligados ao PT, como Aloizio Mercadante, Dilma Rousseff, Márcio Pochmann e Guilherme Melo. Ele também tem PhD pela Universidade de Cambridge.

Outro cotado para o posto é Marcello Negro, que acaba se tornar assessor do Ministério da Fazenda.

Nesta semana, integrantes do governo divulgaram dois nomes cotados para as duas vagas, cujos mandatos dos diretores expiraram em 28 de fevereiro: Rodolfo Froes, para a diretoria de política monetária, e Rodrigo Monteiro, funcionário de carreira, para a diretoria de fiscalização.

Froes não deve ser indicado para a diretoria de política monetária. Mas Monteiro deve ficar com a diretoria de fiscalização. A oficialização dos nomes, porém, virá só depois da viagem a China.

G1

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