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16/10/2020 às 14h51min - Atualizada em 16/10/2020 às 14h51min

Delegados aceitavam propina para vazar informações de investigações

Denúncia foi feita pela própria Polícia Federal

Nalu Pombo
Com informações do terrabrasilnoticias
Foto: Reprodução / terrabrasilnoticias
A Polícia Federal (PF) descobriu que delegados federais estavam recebendo propina, de R$ 5 mil, de empresários da área de saúde para obter informações sobre investigações contra suas instituições.
 
Conforme as investigações, um dos grupos fornecia medicamentos para a prefeitura do Rio de Janeiro. Para eles, era importante ter conhecimento sobre possíveis investigações sobre o setor.
 
Wallace Noble, delegado da PF, foi preso durante a segunda fase da Operação Tergisversação. Um mandado de prisão foi expedido contra o empresário Marcelo Freitas Lopes, que não foi encontrado pelos policiais.
 
Até o momento, já foi comprovado o pagamento no valor total de R$ 10 milhões em propina, conforme PF.
 
“A atuação da organização criminosa (…) teria se caracterizado como um quadro de corrupção sistêmica instalado em busca de recebimento de propina por parte dos aludidos delegados de Polícia Federal”, afirmou o Ministério Público Federal (MPF) sobre a organização criminosa inserida na Superintendência da PFRJ.
 
Em junho do ano passado, na primeira fase da operação, um delegado da PF, um escrivão da PF e um advogado foram presos.
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