19/09/2019 às 18h41min - Atualizada em 19/09/2019 às 18h41min

​Morte de menina que apareceu numa mala na rodoviária de Curitiba é elucidada

Suspeito está preso no interior de São Paulo

Luciana Pombo
Onze anos se passaram, muita dor para a família e nenhuma solução. Pelo menos, até ontem. Hoje, a Secretaria de Estado de Segurança Pública deu uma entrevista coletiva para a imprensa e informou que o suspeito de matar Rachel Genofre – encontrada numa mala na  Rodoferroviária de Curitiba, em 2008 – foi identificado e preso. Ele está numa cadeia pública em Sorocaba (SP) desde 2016. A identificação ocorreu por causa da integração de base de dados entre Paraná, São Paulo e Brasília.

O suspeito é Carlos Eduardo dos Santos. Ele tem passagens por estelionato e roubo. Na época do crime, ele morava na Rua Rua Alferes Poli, no centro de Curitiba. A menina passava sempre pela rua aonde ele morava. Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre tinha 9 anos quando desapareceu após sair da escola onde estudava. O desaparecimento foi registrado no fim da tarde de 3 de novembro de 2008.

O corpo foi encontrado enrolado em lençóis dentro de uma mala na rodoviária dois dias depois com sinais de violência e estrangulamento. As câmeras de vigilância interna do local – para piorar a identificação do suspeito - não estavam funcionando. Mesmo comparando geneticamente o DNA de presos e suspeitos com o material encontrado nos lençóis e na mala, nenhum exame tinha confirmado o autor do crime.

No entanto, agora a identificação foi positiva ao cruzar os dados do Banco Nacional de Perfis Genéticos, que conta com 30 mil perfis de condenados cadastrados. Parabéns à polícia do Paraná.
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