Procuradoria-Geral da República recorre contra decisão que tirou Beto Richa da prisão

Se depender da Procuradoria Geral da República, o ex-governador do Paraná e candidato ao Senado, Beto Richa (PSDB) não ficará muito tempo longe da prisão. Ainda mais se não se eleger. A procuradora-geral da República Raquel Dodge pediu que seja revista a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a soltura do tucano e outros 14 investigados, detidos na Operação Rádio Patrulha – que investiga o suposto direcionamento de licitação para beneficiar empresários e o pagamento de propina a agentes públicos no Paraná.

Segundo a procuradora, a soltura de Beto Richa não poderia ter sido decidida pelo ministro na ação em que a Corte julgou inconstitucional as conduções coercitivas para fins de interrogatório policial. Na ocasião, foi analisada uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), tipo de ação que julga de forma abstrata a violação de algum direito constitucional.

Pelo sim, pelo não, benefício dado e direito de concorrer a eleição também.

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