Presos ficam em Catanduvas

O Tribunal de Justiça fluminense decidiu por unanimidade hoje manter presos em Catanduvas (PR) doze acusados de chefiar facções criminosas no estado do Rio de Janeiro. Na última semana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia permitido o retorno dos detentos, mas deixou claro que a decisão final caberia à Justiça fluminense. Os 12 acusados cumpriam pena no presídio de segurança máxima de Bangu 1, no Rio, mas foram transferidos para Catanduvas no início de janeiro, por determinação judicial válida por quatro meses.

No final de abril, o Ministério Público (MP) entrou com pedido à Justiça do Rio para que eles permanecessem no Paraná, o que foi negado. Mas dias depois foi feito novo pedido, desta vez aceito. Na última sexta-feira, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) resolveu suspender essa última decisão da Justiça fluminense e, com isso, permitir o retorno dos presos. Entre eles estão Márcio dos Santos Nepomuceno (Marcinho V.P.), Elias Pereira da Silva (Elias Maluco), Isaías da Costa (Isaías do Borel) e Robson da Silva (Robinho Pinga).

Eles haviam sido transferidos por suspeita de envolvimento com ataques a policiais e alvos civis, no final do ano passado, no Rio de Janeiro. O pedido de permanência dos presos foi feito pelo governo do Estado, que considera a medida essencial para garantir a ordem pública no Rio de Janeiro.

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