Centrais Sindicais tem manifesto marcado contra a Reforma da Previdência

As principais centrais sindicais do País já estabeleceram a agenda de manifestações contra a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao Congresso Nacional. A agenda começará com um grande ato previsto para o próximo dia 22. O motivo principal é o fato de a reforma de que Reforma da Previdência não ataca privilégios, como o governo argumenta, e será danosa especialmente para os mais pobres.

O chamado Dia Nacional de Luta e Mobilização em Defesa da Previdência está sendo organizado por sindicatos e associações de trabalhadores como CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, FPSM (Frente Povo Sem Medo) e Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).

Os líderes dos movimentos destacaram os principais pontos de revolta contra a proposta apresentada ao Congresso: a proposta iguala mesmo tempo de contribuição entre homens e mulheres (20 anos) e aumenta a idade mínima de ambos (para 65 e 62 anos, respectivamente). Com professores, a idade mínima virou 60 anos e 30 de contribuição; aumentar o tempo de contribuição para trabalhadores rurais (de 15 para 20 anos).

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